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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Feliz 2012

Olá, gente.

Voltando à rotina depois de uma “ótima” semana chuvosa em Floripa. Tava legal, afinal, uma semana de folga é sempre ótimo, mas cara, choveu segunda, terça, sexta, sábado e toda a viagem de volta no domingo. Aliás, alguém devia explicar pro pessoal que, quando chove, a pista fica mais lisa e a visibilidade diminui, e portanto, tem-se que andar mais devagar e com mais atenção. Foram três acidentes e, aproximadamente, duas horas parados na estrada, sem contar mais umas duas de trânsito lento. Isso só até chegar a Joinville. Pra coroar, um caminhão de bananas resolveu virar na curva, e trancar as duas pistas, já a 60 Km de Curitiba. Ou seja, um trecho que poderia ser feito tranquilamente em quatro horas, levei aproximadamente nove horas para cobrir. E com três naniquinhas e um cachorrinho maltês dentro do carro. Ah, e claro, a tonelada de presentes (uma bike, dois triciclos, uma cadeira de balanço (juro), um quadro negro, diversas bonecas e mais um monte de roupas e brinquedos que nem me lembro) que os avós, tios e agregados resolveram presentear às pequerruchas no dia de natal. E claro, a pequena “mudança” que a mãe sempre carrega junto, de coisas indispensáveis como o estoque gigante de fraldas (oh troço pra ocupar espaço), lenços, roupas para troca e outras (in)utilidades equivalentes (tá, tá, quando eu preciso está tudo à mão, admito).

Ou seja, mais um final de ano “normal”. Mas até que as meninas e o cachorro se comportaram muito bem durante a viagem, não incomodaram nada mesmo. Obviamente que a logística foi considerável, e o DVD extremamente útil (este sim um item indispensável em viagens, principalmente para a sanidade dos pais) mas, afinal, já estamos acostumados.

O que não me acostumo mesmo é o seguinte. Por que causa, motivo, razão ou circunstância, enfim, por que raios os restaurantes e postos de gasolina cismam de colocar o Fraldário dentro do banheiro feminino, caramba? Custa fazer uma salinha com uma bancada e uma pia para nós, pais, também podermos levar os pequeninos. Ou será que não se tocaram ainda que pai também troca fralda. E se eu fosse pai solteiro? Ia fazer o quê? Chamar a atendente pra me ajudar? Dá vontade de trocar a criança em cima da mesa do bar, mesmo, puta, que raiva. Perdi a conta das vezes em que me desloquei, feliz e fagueiro, até o fraldário para trocar as gêmeas (e mesmo a Helena, quando era menor) e dei com a “cara na porta” do banhero feminino. Resultado. Lá volto eu, com, desculpem a escatologia, a bomba de cocô (aliás, como cabe tanto cocô dentro de barriguinhas tão pequenas, alguém me explica?), entregar o “presente” para a mãe se virar. E então algo que poderia ter sido resolvido em uma única viagem ao banheiro se transforma em três longos e odorosos deslocamentos, obviamente com a criança reclamando, por estar toda suja.

Enfim, eu e a Rê já desenvolvemos uma técnica. Ao chegar em um local, a primeira providência é verificar se terei acesso ao fraldário, ou se, novamente (90% das vezes é assim) a bomba vai ficar com ela. Nestes casos, como a Helena já está maiorzinha, eu e ela vamos juntos ao banheiro masculino, onde ela acaba vendo coisas nem sempre muito apropriadas. Sem contar a sujeira. Nunca vi nada pior que banheiro masculino de estrada. Em geral, tenho que segurá-la no colo enquanto ela se “alivia”. Mas sério, não seria muito mais lógico eu poder levar as gêmeas e trocar as fraldas, enquanto a Helena fosse com a Rê ao banheiro feminino?

Ademais, mamães, com fraldários “mistos”, acaba a desculpa dos papais, né. Fica aí a sugestão. Me ajudem a reclamar dessa situação? Uma conversa com o dono ou gerente (atendente não adianta, eles não “repassam”), ou um bilhetinho na caixinha de sugestões do estabelecimento, se todos nós colocarmos, pode fazer toda a diferença, e abrir espaços para que vocês, mamães, também possam ter um tempinho pra tomar uma “coca” enquanto o papai troca a fralda. Que tal?

Abraços a todos.

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