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Minhas três Princesas

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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Aniversário da Helena (Rapunzel) - Registro super atrasado

Antes tarde do que nunca, certo?
Pois então estou passando para contar da festinha da minha pequena Helena que completou 4 aninhos no dia 06 de junho. A festinha foi no dia 7 e contou com amigas desvirtualizadas, familiares e a Milena, minha amiga dos tempos de Brasília que, num impulso, comprou as passagens e veio nos ver no feriado.

Foi tudo muito corrido pois eu estava me recuperando de uma crise nervosa e a verba era curta. Então, comprei o que precisava e fiz um exercício de controlar o pânico pela falta de tempo fazendo uma coisa de cada vez. No final, deu tempo de fazer quase tudo que eu queria.

A decoração foi da Rapunzel e resolvi fazer uma peruca da princesa para minha princesa. Essa parte foi complexa mas, no Pinterest eu achei (com ajuda da Lu Ivanike) um link de uma moça que fez uma peruca para a filha e pus as mãos à obra. O marido ajudou, e a peruca ficou pronta. Helena ficou sisintindo - rsrs.

Também fiz com cartolina, lanternas da Rapunzel, nas quais recortei um sol (símbolo da família real do filme) com estilete de um lado e colei uma Rapunzel de EVA do outro. No centro de cada uma usei um pote de papinha com uma vela dentro, que acendi na hora da festa.

Todas as meninas que chegavam ganhavam uma coroa e se transformavam em princesas e os meninos, uma capa azul de príncipe.

Entre as colunas, passei tiras de TNT amarelo para simular o cabelo da Rapunzel pendurado por todos os lados.

Bom, ficamos até as 22:00 da noite anterior eu e o Marlon montando tudo. No dia da festa a parentada ajudou a encher os balões.

Foi bem gostoso e a Helena AMOU!

terça-feira, 26 de junho de 2012

Hora do banho das Gêmeas

Faz um bom tempo que andava querendo filmar a hora das pequenas tomarem banho. É fofo demais elas se preparando todas animadinhas...


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Troca-troca sim, escovas de dentes, não

Lembra como há alguns posts atrás eu falei que as gêmeas tinham cada uma suas roupas, sapatos e que nada as fazia trocar? Parece que elas leram e mudaram de ideia.

Desde então está um troca-troca danado por aqui. Flora tem muita opinião e agora não aceita mais nada dela mesma. Quer tudo da Iris. Iris que não é boba, tá adorando a brincadeira. Começaram pelos sapatos. Flora não aceitava mais o próprio tênis e Iris colocava mas quando a gente olhava, já tinha tirado. Por fim, nos rendemos e trocamos os sapatinhos.

Então começaram os copos. Iris sempre teve os copos amarelos e Flora os vermelhos. Pois agora, trocaram. Depois vieram as roupas. Agora separo duas roupas e pergunto a elas qual querem. Então elas escolhem... uma zona!

A última foram as camas. Ontem fui colocar Flora para dormir de tarde e ela apontou para o berço da Iris dizendo: mimi, oto (dormir, outro). Peguei Iris e perguntei se estava tudo bem. Ela aceitou. Estão de camas trocadas.

A única coisa que não aceitamos foram as escovas de dentes. Mas elas pedem e esperneiam todos os dias...

quinta-feira, 24 de maio de 2012

More or less attachment parenting



Oi gente

Eu sempre reluto muito em entrar nessas discussões sobre as formas de criar os filhos por causa da polêmica. Na verdade, isso é tipo religião, futebol e política. Pouca gente está aberta a refletir sobre os argumentos contrários ao suas convicções. Mas, agora que a discussão já esfriou um pouco e EU já refleti sobre o assunto, vim militar a favor do "more or less" attachment parenting.

Aqui em casa foi assim, eu tentei ter parto natural e não consegui. Os motivos alegados eram muitos mas hoje fico pensando se não me convenceram do que era mais "prático". Como águas passadas não movem moinhos, parti para a criação da filhotada.

Comecei pela amamentação. Sim! Apesar das críticas que ouvi em TODOS os lugares, minhas 3 filhas ficaram até os 6 meses só no peito. Muita gente me disse que elas não ganhavam peso suficiente, que iam desidratar, que iam enjoar de leite, que não iam comer mais nada depois. Mas, eu que quase não sou teimosa, firmei o pé e andava com o peito para fora por aí.

Mas, com Helena, conforme ela cresceu e percebi que ela tinha fome de 4 em 4 horas, eu amamentava com hora marcada. Sempre prestei atenção nos picos de crescimento, durante os quais passava quase o dia todo amamentando. Com Iris e Flora, foi mais imperativo ainda. Eu passava 9 horas por dia amamentando e comecei a sofrer as consequências da privação de sono e ficar doente. Então, ou entrava na mamadeira, ou organizava a bagaça. Então, cronometrei de quanto em quanto tempo elas pediam para mamar e aos poucos fui colocando horário nelas também. Com isso, preservei minha saúde e a delas pois pude continuar amamentando.

No mais, esse negócio de dois lados, não me serve. De um lado, mães que vivem exclusivamente em função de seus filhos, muitas vezes, criando filhos super dependentes. De outro, mães que largam seus filhos o dia todo na escola e quando chegam em casa ligam a televisão, a babá eletrônica, em prol da independência.

Aqui é assim. As crianças têm suas necessidades orgânicas atendidas antes que elas se tornem imperativas. Ou seja, antes que a criança surte de fome e dê chiliques, eu já dou a refeição balanceada direitinho. Antes das crianças surtarem de sono, eu faço dormir para manter a capacidade de aprendizado e convivência.

As necessidades afetivas são assim: se caíam ou choravam, eu acalmava (e acalmo) com colinho, carinho, musiquinha. Nunca achei boa ideia dar o peito ou suquinho ou mamadeira nessa hora para não associar a sensação de conforto com comida. Mas, fico com elas e amasso bastante  faço muito carinho. Até que elas decidam sair do colo. Quando se sentem inseguras, com medo ou doentinhas, hoje em dia uso o sling. Elas ficam super tranquilas.

A independência, eu estimulo pela auto-estima. O importante para mim é que elas saibam que acredito em seu potencial. Quando estão no colo encolhidas, sempre falo "Quer ir, lá? Pode ir... se ficar com medo, volta que eu estou aqui." E assim elas se aventuram com a segurança de que sempre estarei aqui para ajudá-las. Quando algo que Helena faz dá errado, ao invés de concertar ou apaziguar, ajudo ela a se acalmar e refletir sobre o que deu errado. Assim, ela poderá aprender para não repetir o erro da próxima vez. Tudo que elas podem fazer sozinhas, fazem. Quando falo que as gêmeas, com 1 ano e 9 meses já pegavam a roupa suja e colocavam no cesto, tem gente que quase cai para trás. Mas assim, elas aprenderão a ajudar. Quando Helena ou as gêmeas choram porque não conseguem fazer algo, acalmo elas e fico do lado, mostrando como se faz e elogiando o progresso. Se eu simplesmente atendê-las, demorarão muito mais para aprender e poderão achar que não têm capacidade, né?

Cama compartilhada
Aqui em casa, algumas coisas sempre foram muito bem resolvidas. Minhas filhas NUNCA passaram uma noite na minha cama. Por que? Porque eu não funciono sem dormir direito e sempre MORRI de medo de rolar por cima das meninas. Isso fazia com que eu não dormisse se estivesse no mesmo quarto. Até hoje, quando viajamos e dormimos todos juntos, meu sono é horrível! Resultado, pouquíssima paciência no dia seguinte.Então, não... cama compartilhada não é para nós. Ensinei minhas filhas a dormirem sozinhas desde recém-nascidas, o que no caso da Helena (que originalmente dormia no colo) foi fruto de dois dias estressantes para mim e para ela. Mas esses dois dias trouxeram tanta harmonia para nossa casa que não me arrependo nem um pouco. Com as gêmeas eu já tinha aperfeiçoado a técnica e foi tudo muito tranquilo.

A vida do casal
A maioria dos leitores desse blog sabe que trabalho com consultoria para família (mas se não sabe, entra aqui: http://www.sosseguinho.com.br). E percebo que muitos casais passam por problemas por se anularem em função dos filhos. Claro que nos primeiros meses, a criança vai tomar todo seu tempo e é claro que você vai ter que abrir mão de muita coisa (se você acha que não, por favor, não tenha filhos ainda) mas, a mulher não precisa deixar de ser mulher para ser mãe, nem o pai deixar de ser homem.

Mas, na minha experiência, a cama compartilhada por muito tempo (mais de um ano) e a proibição de sair sem os filhos (mesmo que seja uma vez a cada 6 meses) faz com que o casal deixe de viver como casal. Muitos me chamam para suas casas já como última alternativa para salvar o casamento. Portanto, antes que isso aconteça, nós, beeeeeemmm de vez em quando, damos uma escapadinha se temos alguém de confiança para ficar com a molecadinha.

Conclusão:

Me baseei nesse texto aqui que traz o ponto a ponto do Attachment Parenting: http://www.ivillage.com/what-attachment-parenting/6-a-127876

E cheguei à conclusão de que existem vários graus de attachment parenting. O que eu não aplico à risca é:
Atender a qualquer choro da criança imediatamente: mesmo quando as crianças eram muito pequenas, nunca fui de correr a cada resmungo. Esperava um pouquinho e, se não parasse ou piorasse eu ia ver o que acontecia. Até hoje, sempre dou uma chance delas se acalmarem sozinhas. São um ou dois minutinhos. Se elas não conseguirem, vou dar uma olhada e acalmar.
Cama compartilhada: mas, pelo texto, isso não é pré-requisito. Então, está criada a nova maneira de cuidar da filhotada:

The More or Less
Attachment Parenting

Mais alguém se identifica?



quinta-feira, 17 de maio de 2012

Enrolada com a Rapunzel


Bom dia gente!!!!

Bom, estou definitivamente enroladíssima! Resolvemos fazer um bolinho de aniversário para a Helena e meia dúzia de amiguinhos aqui no prédio mesmo. Quando perguntei a ela o tema que ela escolhia, a resposta (super surpresa!) foi categórica: Rapunzel!

Não é de hoje que todo mundo já sabe que Helena deveria ter nascido princesa. Nunca vi tamanha fissura em vestidos, coroas, príncipes e etc.

Pois Enrolados foi o primeiro filme que ela viu no cinema e se apaixonou perdidamente pelos cabelos da Rapunzel.

Muito animadamente comecei a procurar algumas decorações que eu mesma possa fazer e a Lu já tinha me passado um link do Pinterest com o modo de fazer a peruca da Rapuzel.

O problema é a princesa. Ela já falou que quer vestido, cabela, lanterna, cavalo, príncipe, castelo, torre...

SOCORRO!!!! Tenho 20 dias e um orçamento apertado... tô toda enrolada - kkkkkkk

domingo, 13 de maio de 2012

Promessa às minhas filhas

Sei que hoje é dia das Mães mas, brotou assim, sem avisar, uma vontade enorme de prometer algumas coisas às minhas princesas. Então, montei rapidinho e chorei demais. Espero que gostem e que elas possam ver daqui a uns 10 anos.

Beijos


Obs. Helena aqui do meu lado: "mamãe, porque você está chorando?" "Porque eu amo você e suas irmãzinhas, filha"... Coitada.... ficou com cara de que não entendeu nada!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Ida par a escola

Oi gente

Hoje passei para contar sobre os passeios de ida e volta para a escola com as crianças. São momentos são deliciosos!

De manhã é uma correria. Tem toda uma logística. Eu tomo café e preparo os copos de leite delas. Depois, coloco todo mundo na minha cama para mamar enquanto separo as roupinhas delas. Quando terminam de mamar, eu troco a fralda e a roupa das gêmeas enquanto o Marlon (que está saindo do banho nessa hora) ajuda Helena no que ela precisar.

Depois, colocamos os sapatos e escovamos os dentes de todas as pequenas.


Todas prontas afinal, saímos. Eis a saída de casa. Mas não fiquem tontos, tá? O negócio está meio Bruxa de Blair porque não dá para pensar em estabilidade da câmera na hora que se está cuidando de três - hehehehe.

A saída tem direito a correrias no corredor (em silêncio pois são 7 da manhã) e sambinha no elevador.




No carro, mais bagunça! Ou é cantoria, ou gritaria. O certo é que tem folia! Nesse vídeo tem mais é o som. Afinal, não dá para filmar e dirigir com meus três tesouros dentro do carro, né? Mas, ficou muito engraçado!


E na volta, estão sempre cheias de sono. Para não deixá-las dormir no carro (o que acaba com a soneca da tarde), eu coloco cantigas de rodas e vamos cantando e dançando o tempo todo. Quando chegamos em casa, estão visivelmente agitadas pois o cansaço é grande.


Por fim, almoçam, e vão tirar um cochilo! UFA!

E pór aí? A manhã é corrida e animada assim?